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	<title>Santiane Godinho &#187; Textos</title>
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	<description>Assistente Social Bahia</description>
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		<title>A Prática do Serviço Social em Comunidade!</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 02:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiane Godinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em abordagem numa comunidade rural,  todos os dias me surpreendo da complexidade e  das configurações que a questão social fomenta e faz reproduzir o fosso de uma estrutura cruel, violenta, desumana, totalmente desprovida de proteção e acesso aos direitos básicos. Não se surpreenda  que em pleno século XXI, pessoas não saberem como evitar uma gravidez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em abordagem numa comunidade rural,  todos os dias me surpreendo da complexidade e  das configurações que a questão social fomenta e faz reproduzir o fosso de uma estrutura cruel, violenta, desumana, totalmente desprovida de proteção e acesso aos direitos básicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se surpreenda  que em pleno século XXI, pessoas não saberem como evitar uma gravidez indesejada e usarem a justificativa como: “ depois da relação usei sabonete e mesmo assim engravidei”, “tomei chá de cravo e água com sal e não teve jeito”! Outras mulheres moram anos com um companheiro e não sabem o nome completo do mesmo, a idade e se estudou. Muitas pessoas nem sabem quantos anos possuem e nunca aprenderam escrever o nome ou simplesmente, como muitos falam: “Num sei nem desenhar”!  Isso só é um exemplo  de muitas e outras situações abordadas.</p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisas mostram isso em números e não é por acaso que situações acima acontecem,  conforme o Censo Demográfico 2010 (IBGE)   existem mais de 16 milhões de brasileiros vivendo em extrema pobreza , com renda per capta até R$ 70 reais, onde  59% estão localizados na Região Nordeste, um total de 9,6 milhões de pessoas, destas, mais de 5 milhões são da zona rural, 53% dos domicílios não estão ligados à rede geral de esgotamento sanitário ou alguma fossa séptica, 48% dos domicílios rurais em extrema pobreza não estão ligados à rede geral de distribuição de água e não tem poço ou nascente na propriedade, 71% são negros, 26% são analfabetos&#8230; e por aí vai!</p>
<p style="text-align: justify;">E para uma abordagem reflexiva maior, se tiverem oportunidade gostaria que assistissem o curta : VIDA MARIA, que não paro de assistir e sempre acho algo novo pra analisar, e representa a materialização do real dos dados acima e configuram a reprodução  de uma “microfísica do poder”  de corpos dóceis (como já dizia Foucault) que é alienada (como abordou Marx), estigmatizada e com sua identidade deteriorada (sabiamente analisada por Goffman), mas os outsiders  (nos estudos de Norbete) estão além das estruturas de posse material  e foram colocados em uma situação inferiorizada pelos “estabelecidos” .</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">ELIAS, Norbet. Introdução. Ensaio teórico sobre as relações estabelecidos e outsiders. In Os estabelecidos e os outsideres. São Paulo: Jorge Zahar Ed. , 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">FOUCAULT, Michael. Os corpos dóceis. In Vigiar e punir. Petrópolis/RJ: Vozes, 1997.</p>
<p style="text-align: justify;">GOFFMAN, Erving. Estigma e identidade social. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada.</p>
<p style="text-align: justify;">MARX, Karl, Manuscritos Económicos-Filosóficos, página 160.</p>
<p style="text-align: justify;">PLANO NACIONAL, BRASIL sem Miséria, Brasília, 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">VELHO, Gilberto (Org.) O estudo do comportamento desviante: a contribuição da antropologia social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2003.</p>
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		<title>15 de maio, dia do Assistente Social!</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 00:35:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiane Godinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ingressei na faculdade com uma idéia errada do trabalho do profissional de Serviço Social, sempre tive essa coisa de ajudar as pessoas, e todas as vezes que alguém me perguntava o que seria, dizia que estava pensando em uma profissão que me desse  suporte na benesse. No decorrer do curso aprendi que ser assistente social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ingressei na faculdade com uma idéia errada do trabalho do profissional de Serviço Social, sempre tive essa coisa de ajudar as pessoas, e todas as vezes que alguém me perguntava o que seria, dizia que estava pensando em uma profissão que me desse  suporte na benesse.</p>
<p style="text-align: justify;">No decorrer do curso aprendi que ser assistente social não é ser uma menina boazinha que faz caridade e que tem que abaixar a cabeça para as determinações equivocadas dos patrões, mas uma profissional competente na compreensão das <em>multi determinações</em> na esfera social e que necessita instrumentar-se para coordenar, elaborar, executar, supervisionar e avaliar estudos, pesquisas, planos, programas e projetos na área de Serviço Social, dentre outras atribuições.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma profissão regulamentada pela Lei 8662/93 e possui um Código de Ética que adota como princípios fundamentais: a liberdade, a defesa intransigente dos direitos humanos, a cidadania, a democracia, a equidade e justiça social, o respeito a diversidade, o pluralismo, um projeto profissional a favor de uma sociedade sem dominação, exploração de classe, etnia e gênero, o compromisso com a qualidade dos serviços prestados aos usuários, o aprimoramento intelectual constante, a aversão da discriminação.</p>
<p style="text-align: justify;">O Serviço Social hoje no Brasil, segundo o Conselho Federal de Serviço Social,  possui o maior colegiado da América Latina e encontra-se na segunda colocação mundial depois dos EUA.</p>
<p style="text-align: justify;">O dia 15 de maio, que é atribuído como dia do Assistente Social teve sua gênese no seio católico, assim como a profissão, pois neste dia em 1891 o Papa Leão XIII estabelecia a Primeira Encíclica “Rerum Novarum” que teve como marco a Doutrina Social da Igreja Católica, para se contrapor as  mazelas sociais da Europa.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje o dia 15 de maio, independente das reflexões que se fazem de quem estipulou este dia como comemoração do profissional, é com grande satisfação que tenho orgulho de ser assistente social e acreditar em um mundo melhor e que as conquistas que ainda temos pela frente não serão fáceis, mas também, não são impossíveis, como por exemplo, a inserção do <strong>Serviço Social na Educação</strong>, o fim dos contratos de trabalhos precários, dentre outras (<a href="http://www.cfess.org.br/noticias_res.php?id=397">Veja Aqui</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Este ano de 2010 estaremos juntos para que o tema: <strong>Trabalho com direitos, pelo fim da desigualdade</strong>, seja uma realidade em nossa caminhada e que as futuras gerações possam se orgulhar de nossa ousadia, garra e coragem!</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sb_bH1L0xf0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/sb_bH1L0xf0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Serviço Social na Educação e a prevenção no uso de drogas</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 04:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiane Godinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Social]]></category>

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		<description><![CDATA[O trabalho do assistente social fortalecido junto as redes sociais na prevenção ao uso indevido de drogas e sua estratégia no ambiente escolar como mais uma intervenção da prática do SERVIÇO SOCIAL NA ESCOLA. A primeira análise que faço, é que o profissional deve se apoderar do conhecimento sobre drogas, sua classificação, seus efeitos, atualizar-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>O trabalho do assistente social fortalecido junto as redes sociais na prevenção ao uso indevido de drogas e sua estratégia no ambiente escolar como mais uma intervenção da prática do SERVIÇO SOCIAL NA ESCOLA.</em></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira análise que faço, é que o profissional deve se apoderar do conhecimento sobre drogas, sua classificação, seus efeitos, atualizar-se quanto a sua dinâmica na sociedade e as pesquisas e estudos já realizados, além de buscar realizar o diagnóstico no ambiente de trabalho, para que se identifiquem os aspectos socioculturais do uso, os fatores de risco e montar estratégias que fortaleçam os fatores de proteção, considerando os aspectos biológicos, relacionais interpessoais, familiares, convivência ou contato com a droga, culturais, sensacionais do efeito da droga.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda ênfase que deve ser considerada é o fortalecimento da rede social e a sua participação na redução de danos, proporcionado segundo Paulina Vieira Duarte (2008) na criação de vínculos, ampliação da reflexão, exercitando  a solidariedade e cidadania, como também, na mobilização da população para os recursos disponíveis na comunidade, considerando sempre o acolhimento, a cooperação, disponibilidade, tolerância e a generosidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A inserção dos assistentes sociais nos estabelecimentos educacionais tem representado, na atualidade, não apenas o desejo dessa categoria profissional e o resultado de sua atuação política e profissional na defesa dos direitos sociais e humanos, mas uma necessidade sócio-institucional cada vez mais reconhecida no âmbito do poder legislativo de diferentes estados e municípios.</p>
<p style="text-align: justify;">A presença dos assistentes sociais, sobretudo, nas escolas, tem sido tomada como a presença de um profissional que possa contribuir com a ampliação da rede social no ambiente escolar, favorecendo a interação na teia social.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante ressaltar que o profissional de Serviço Social, inserido na escola, não desenvolve ações que substituem aquelas desempenhadas por profissionais tradicionais da área de educação. Sua contribuição se concretiza no sentido de subsidiar, auxiliar a escola, e seus demais profissionais, no enfrentamento de questões que integram a pauta da formação e do fazer profissional do assistente social, sobre as quais, muitas vezes a escola não sabe como intervir.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta maneira, a inserção do Serviço Social na escola, deve contribuir com ações que tornem a educação como uma prática de inclusão social, de formação da cidadania e emancipação dos sujeitos sociais. Ambos, tanto a escola como o Serviço Social, trabalham diretamente com a educação, com a consciência, com a oportunidade de possibilitar as pessoas que se tornem conscientes e sujeitas de sua própria história.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saiba mais:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.obid.senad.gov.br/">www.obid.senad.gov.br</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.sead.ufsc.br/bibliotecas/biblioteca/index.php?id=17">http://www.sead.ufsc.br/bibliotecas/biblioteca/index.php?id=17</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.sead.ufsc.br/videos/curso-senad2/videoaula/">http://www.sead.ufsc.br/videos/curso-senad2/videoaula/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.sead.ufsc.br/bibliotecas/biblioteca/index.php?id=19">http://www.sead.ufsc.br/bibliotecas/biblioteca/index.php?id=19</a></p>
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		<title>SOCIEDADE CAPITALISTA, QUESTÃO AMBIENTAL E O PAPEL DO GESTOR PÚBLICO.</title>
		<link>http://www.santianegodinho.com.br/blog/sociedade-capitalista-questao-ambiental-e-o-papel-do-gestor-publico/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 17:57:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiane Godinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Santiane Araújo Godinho RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo analisar de forma história e reflexiva as transformações ocorridas após a ascensão capitalista e os impactos ambientais ocorridos das relações de produção e como intervir em busca de uma consciência crítica da sociedade e o papel do Gestor Público neste processo. PALAVRAS-CRAVES: Capitalismo, Meio ambiente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Santiane Araújo Godinho</span><a name="_ftnref1"></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">RESUMO:</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O presente trabalho tem como objetivo analisar de forma história e reflexiva as transformações ocorridas após a ascensão capitalista e os impactos ambientais ocorridos das relações de produção e como intervir em busca de uma consciência crítica da sociedade e o papel do Gestor Público neste processo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Arial;">PALAVRAS-CRAVES: </span></strong><span style="font-family: Arial;">Capitalismo, Meio ambiente, Sociedade, Gestão Pública.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Com o fim do feudalismo um novo modo de produção se instaura, o capitalismo. O crescimento do capital comercial estabeleceu novas relações na sociedade, financiou as cruzadas que deu início a uma nova fase do capital, o capital mercantil, onde as relações de trabalho capitalista tomaram contornos mais definidos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O capital industrial veio consolidar alguns aspectos com o trabalho assalariado, a divisão social do trabalho, a busca incessante pela produtividade e consequentemente pelo lucro e as inovações tecnológicas; deixando rastros de desigualdade social, conflitos, greves e desemprego, em função do crescimento desordenado das cidades e degradação dos recursos naturais, utilização de matérias-primas cada vez maiores não pensando no futuro da humanidade e mantendo ideologicamente um padrão consumista, individualista e degradante. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Na era capitalismo financeiro incorporado a globalização e tecnologia da informação acelerou o processo de socialização entre as nações e de acordo com Castells (2000) com o surgimento de um novo paradigma tecnológico na década de 70 embasado na tecnologia da informação, em um segmento específico da sociedade americana em interatividade com a economia global e a <strong>geopolítica mundial</strong>, que concretizou um novo estilo de produção, comunicação, gerenciamento e vida.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Diante do desenfreado estilo de produção gerado pelo modelo capitalista de mais-valia, a questão ambiental vem sido tratada pelas nações mundialmente relacionadas pelo processo de globalização como um fator crucial para a continuidade da vida no planeta, todavia nem sempre acordos relativos a preservação ambiental são respeitados e colocados em prática, como o Protocolo de Kyoto que tem buscado a redução dos gases e que provocam o efeito estufa decorrentes das fábricas dos países mais poluidores, como é o exemplo dos EUA, este país, por sua vez, na figura de seu representante Bush não assinou o referente protocolo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Isso remete para uma análise mais profunda quanto a percepção ecológica que os indivíduos precisam tomar em busca de uma nova forma de se viver, abandonado padrões e comportamentos meramente fúteis de consumo e produção e pensar<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>mais quanto as conseqüências que este padrão tem trazido e questionar a ideologia materialista. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O fator ecológico é um indicador social que se enquadra no aspecto vital que de acordo com Lago (2002) é expresso pela degradação ambiental, e segundo este autor o grau de degradação após esta era modernizante está se tornando iguais tanto nos países desenvolvidos e quanto nos subdesenvolvidos, todavia em sua idealizadora sociedade “socialmente desenvolvida” esta degradação ambiental terá de ser baixa.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Que na verdade não deixa de ser um anseio de quem realmente busca uma nova visão de mundo, onde a natureza e os impactos ambientais tão vastamente latentes na sociedade de hoje possam ser minorados, em prol da própria existência humana.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Segundo a concepção de Serpa (1993) “é uma necessidade histórica a ruptura da modernidade e o surgimento de um novo homem, vivendo em uma nova sociedade, com um novo modo de produção da ciência e de bens materiais e uma nova ordem política e econômica internacional, justa e distributiva.”<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">De acordo com Al Gore (2006) se a humanidade continuar a não pensar de forma coerente entre o que produz e o que se realiza a favor da preservação ambiental, quanto o efeito estufa, por exemplo, milhões de vidas estarão condenadas pelas alterações climáticas. Este aspecto é nitidamente a resposta da própria natureza ao modo de vida que está se vivendo e poderá piorar caso não haja uma intervenção que não coloque em risco a capacidade de sustentabilidade do planeta, pois tanto ricos quanto pobres serão afetados, neste campo o poder aquisitivo da classe dominante não comprará a sua sobrevivência. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Cabe Gestor Público discutir alternativas da relação do homem e o seu meio, num trabalho interdisciplinar de conscientização, responsabilidade, na preservação como também na conservação deste, além de medidas sócio-educativas na busca de novas fontes de energia e punições severas quanto a violação deste direito ecológico.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">É preciso olhar de forma holística em rumo à uma transformação cultural, rompendo com padrões que atrasam e desqualificam a toda estrutura social, acompanhando<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>as mudanças e evoluções tecnológicas a favor da natureza, aprimorando os instrumentos necessários a qualidade de vida e dando respostas positivas às necessidades demandadas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O Gestor deve ter em mente que não trabalhará sozinho, é necessário ter a capacidade de interagir de forma clara, objetiva, sujeito às críticas, aprimoramento e capaz de liderar com competência, responsabilidade, dinamismo, flexibilização e técnica, qualificando-se sempre que necessário e constantemente em conjunto <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>com a sociedade civil organizada, instituições privadas,<span style="mso-spacerun: yes;"> </span>na busca de resolução dos problemas ambientais, como declara Castells(2000) quando aponta a necessidade de um “Estado-rede”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">REFERÊNCIAS</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">CASTELLS, Manuel. Prólogo: a Rede e o Ser. In: A sociedade em Rede: <strong>A era da informação, sociedade e cultura</strong>.4ª ed. Trad. Klauss B. Gerhardt e Roneide V. Majer. São Paulo: Paz e Terra, 2000. (V.01) (pp.21-47)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">GORE, AL<strong>. Uma Verdade inconveniente: um aviso global</strong>. EUA,2006.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">LAGO, B. Marcos. <strong>Curso de sociologia política</strong>. 4ªed. Petrópolis: Vozes, 2002. (pp.190-222).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">SEPRA, Luiz Felipe Perret<strong>. A crise da modernidade: Para onde vamos?</strong> In:BAHIA Na. &amp;dados, Salvador. CEI, v.3 nº.01, p.5-11, jun. 1993.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<div id="ftn1" style="text-align: justify; mso-element: footnote;">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"><a name="_ftn1"></a><span style="font-size: x-small; font-family: Times New Roman;"> Bacharel em Serviço Social e aluna do curso de pós-graduação em Gestão Pública da Argumento Pós-Graduação.</span></p>
</div>
<hr style="text-align: justify;" size="1" />
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		<title>Gestão por competências: métodos e técnicas para mapeamento de competências.</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 18:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiane Godinho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resenha. BRANDÃO, Hugo Pena e BABRY, Carla Patrícia. Gestão por competências: métodos e técnicas para mapeamento de competências. Revista do Serviço Público, Brasília 56(2):179-194 Abr/Jun 2005. O presente texto apresenta conceitos quanto à gestão por competência, o próprio conceito de competência, os métodos e técnicas utilizadas para a realização do mapeamento de competência, além de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Resenha.</strong> BRANDÃO, Hugo Pena e BABRY, Carla Patrícia. Gestão por competências: métodos e técnicas para mapeamento de competências. Revista do Serviço Público, Brasília 56(2):179-194 Abr/Jun 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">O presente texto apresenta conceitos quanto à gestão por competência, o próprio conceito de competência, os métodos e técnicas utilizadas para a realização do mapeamento de competência, além de reflexões deste modelo no setor público. A obra mostra a importância da gestão por competência como um instrumento alternativo dentro das organizações privadas e públicas na busca de diminuir ou eximir o gap  ou a lacuna que encontra-se na mediação das competências necessárias na efetivação dos objetivos e as disponíveis na organização, esta por sua vez, possibilita a implementação do mapeamento de competências.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de se apoderar da gestão por competência e do mapeamento foi abordado que competência pode ser tanto humanas ou profissionais &#8211; tidas como uma interação de conhecimentos, habilidades e atitudes que são refletidas no espaço laborativo como forma observável de desempenho profissional e que produz um resultado &#8211; ou competência referente a equipes de trabalho ou organizacional &#8211; revelando que para cada tipo de equipe no trabalho é apresentada uma competência coletiva que nada mais é, do que as relações sociais dos indivíduos vivendo no grupo e de seus sinérgicos relacionamentos de competência.</p>
<p style="text-align: justify;">A gestão por competência evidencia a possibilidade de planejamento, captação, desenvolvimento e avaliação do ambiente organizacional com foco nos seus objetivos. Com base nesta gestão existe um processo que se inicia na formulação da estratégia institucional que inclui definição da missão, visão de futuridade, os objetivos estratégicos para posteriormente serem pontuados os indicadores de desempenho e as sua metas.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir dessa primeira fase estabelecida abre a possibilidade concreta de se processar o mapeamento de competências e só através desta etapa tecnicamente elaborada que as outras fases se realizarão que são: a captação (seleciona as competências externas na integração organizacional, que pode ser tanto a nível individual no recrutamento e seleção de pessoal quanto a nível organizacional nas referidas alianças ou parcerias), o desenvolvimento ( destina-se ao aprimoramento das competências internas, também nos dois níveis, o individual que se pauta na aprendizagem que possibilita o desenvolvimento das competências e no organizacional centrado nos investimentos na pesquisa), o acompanhamento e avaliação (pauta-se no monitoramento dos planos, gestão, indicadores de desempenho na alteração de qualquer desvio, apurando os resultados alcançados versus esperados) e por fim a retribuição (possibilitaria o reconhecimento e até mesmo premiar ou remunerar o profissional ou equipe que contribuíram na alcance dos resultados almejados pela organização, servindo de espelho para outros e nas reparações desviantes).</p>
<p style="text-align: justify;">Diante disso, no mapeamento de competência são utilizados os métodos e técnicas que possibilitem identificar as competências necessárias para atendimento dos objetivos organizacional, na identificação primordial das possíveis lacunas. No primeiro momento é feito uma pesquisa análise documentária da missão, visão de futuridade, objetivos e estratégias na organização e em seguida é estabelecida a coleta de dados, devem ser levadas em consideração uma metodologia clara e de fácil entendimento na descrição de competências, longe de ambigüidades, obviedades, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Os autores apresentam as seguintes técnicas de pesquisas: entrevista (é realizado um roteiro de perguntas aos indivíduos selecionados de maior conhecimento da organização e sua percepção na busca de respostas quanto as competências  de relevância para a organização), entrevista coletiva ou  grupo focal  (o entrevistado é o moderador do grupo de 6 a 12 pessoas e atua na coordenação das discussões de temas direcionados na obtenção de seus anseios na tentativa de identificar as competências relevantes, neste caso o entrevistador deverá montar seu roteiro de questões e registro de dados), observação (pode ser participante &#8211; o entrevistador faz parte da equipe, ou não participante &#8211; este por sua vez  é um mero espectador, todavia não se dispensa a confiança e o aspecto amistoso nesta relação, na análise de comportamentos peculiares dos envolvidos) e o  questionário ( é o mais utilizado no mapeamento de competências nas organizações, requerendo a análise documental, observação e entrevista na procura de aspectos para sua composição, podendo ser elaborados sob as escalas de Osgood, likert ou comparativa, nesta técnica deve-se incluir dados pessoais para análises quantitativas).</p>
<p style="text-align: justify;">Para os autores a incorporação de toda esta rede de mapeamento e competência já é de propriedade do setor privado e isso com certeza é de se esperar, já que, proporciona a melhoria da qualidade organizacional através do alcance dos resultados almejados. Bem como, os questionamentos manifestados frente ao setor público são relevantes, apesar de já existirem aproximações de algumas empresas públicas e agências reguladoras neste modelo de gestão, realmente é necessária uma ampla discussão e investigação quanto a aplicabilidade da gestão de competência nesta esfera. Todavia é possível agregar alguns aspectos desta gestão, pois a qualidade dos serviços é o reflexo das competências individuais ou organizacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">As respostas aos questionamentos referidos pelos autores apesar de para os mesmos parecerem sem respostas agora, acredito que poderão ser respondidas à medida que se colocar em prática a iniciativa do gestor e da sociedade socialmente organizada em buscá-las, caso estejam relacionada às suas peculiaridades, na investida nas pesquisas, na qualificação de seus servidores, no monitoramento e punições de aspectos desviantes de competência dentro do setor público, dentre outros, pois a prestação dos serviços oferecidos deve ser digna e de qualidade a todos os cidadãos e principalmente os mais carentes.</p>
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		<title>Plano Diretor</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 01:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiane Godinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Controle Social]]></category>

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		<description><![CDATA[A Gestão Pública na sua dimensão social conta com o Planejamento como ferramenta fundamental no ordenamento de políticas públicas, este por sua vez consiste em um processo contínuo totalmente interativo com a gestão, na busca de decisões direcionadas dentro da administração pública, para se obter um possível desenvolvimento social no município. Dentro desta visão, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-78 alignleft" style="margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;" title="p06" src="http://santianegodinho.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/p06-300x252.gif" alt="p06" width="300" height="252" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Gestão Pública na sua dimensão social conta com o Planejamento como ferramenta fundamental no ordenamento de políticas públicas, este por sua vez consiste em um processo contínuo totalmente interativo com a gestão, na busca de decisões direcionadas dentro da administração pública, para se obter um possível desenvolvimento social no município.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro desta visão, o gestor está respaldado legalmente dentro do panorama de planejamento de um desenvolvimento urbano através do Plano Diretor, que configura um instrumento da política urbana de caráter democrático estabelecido no Estatuto das Cidades em sua Lei nº10.257/2001 para os município com mais de 20 mil habitantes. Este representa um marco histórico nas cidades brasileiras, favorecendo aos cidadãos melhorias de suas condições materiais  de existência, na tentativa de minimizar os danos da questão social fruto do modo de produção capitalista, caracterizado pela competitividade, concentração de renda, apropriação dos meios de produção por sua classe dominante minoritária, da divisão social do trabalho, na busca incessante pela produtividade e lucro, em contrapartida fomentando a desigualdade social, crescimento desordenado das cidades e degradação dos recursos naturais, utilização de matéria-prima cada vez maior e mantendo ideologicamente um padrão consumista, individualista e degradante.</p>
<p style="text-align: justify;">O Plano Diretor  conforme Cartilha trata-se de um instrumento &#8220;para garantir a todos os cidadãos um lugar adequado para morar, trabalhar e viver com dignidade, proporcionando acesso a habitação adequada, saneamento ambiental,  ao transporte e mobilidade, ao trânsito seguro e aos serviços e equipamentos urbanos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme &#8220;Plano Diretor Participativo&#8221; mostrou as dificuldades vivenciadas pela camada pobre brasileira e da necessidade de se ter um instrumento de discussão e reflexão quanto a sua realidade, e enfatizou a importância da criação de Um Plano Diretor, este por sua vez, é um mecanismo democrático, pois como foi evidenciado que a falta de uma gestão eficaz e eficiente, e a ausência da participação social na construção do planejamento urbano acentua a disparidade entre as localidades (ricos x pobres/urbano x rural).</p>
<p style="text-align: justify;">As cidades por serem um espaço complexo, pois a realidade é complexa, exige do gestor público uma postura criativa, versátil, dinâmica, reflexiva, flexível e prepositivo, bem como estratégias de intervenção que possibilitem diversas ações diante das realidades vivenciadas pelas comunidades para alcançar seus objetivos, porque em cada localidade surgem demandas específicas, e o profissional deve estar atento para identificá-las. Que nas palavras de Nelson  Saule (2002) &#8220;a gestão orçamentária participativa tem sido desenvolvida em diversos municípios através do instrumento de orçamento participativo que é uma forma inovadora de elaborar e executar um orçamento público, incorporando como elementos chaves a cidadania, democracia e participação.</p>
<p style="text-align: justify;">As formulações das estratégias devem ser construídas conjuntamente com a população para respondê-las de maneira adequada as suas demandas. Cabe ressaltar que o uso de geotecnologias e Tecnologia da Informação são essenciais como ferramentas para o zoneamento de áreas municipais de forma ampla e precisa quanto aos problemas sociais e ambientais, auxiliando a administração pública na avaliação dos pleitos da sociedade, dentro do planejamento participativo, regulamentado nas Resoluções 24 e 25 do Conselho das Cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Na medida em que a sociedade se mobiliza contra os problemas urbanos, na busca de formular propostas, soluções, reflexões e se colocando como sujeito da sua própria história, é capaz de questionar sua realidade e modificá-la e melhorar suas condições de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme abordou que a socialização das informações e a existência de um canal de acesso para a sociedade expor suas inquietações e realidades provoca e permite a mudança de paradigma em favor da qualidade de vida da população.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REFERÊNCIAS:</strong><br />
CARTILHA. Plano Diretor Participativo. Disponível em: www.cidadedetodos.gov.br/planodiretorparticipativo<br />
FILME. Gestão Pública: O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano: Orientação do Ministério das Cidades.<br />
JUNIOR, Nelson Saule. Marco Legal da participação popular no Brasil. Disponível em: www.logolinkla.org</p>
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		<title>Além do Marketing Político</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 14:07:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiane Godinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing político]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo Figueiredo (1994), o marketing político representa o conjunto de técnicas e procedimentos com objetivo de adequar um(a) candidato(a) em direção ao seu eleitorado potencial, fazendo com que este se torne conhecido de forma abrangente pelos eleitores e diferenciada de seus adversários. Diante disso, seria possível ganhar uma eleição sem usar o marketing político? Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo Figueiredo (1994), o marketing político representa o conjunto de técnicas e procedimentos com objetivo de adequar um(a) candidato(a) em direção ao seu eleitorado potencial, fazendo com que este se torne conhecido de forma abrangente pelos eleitores e diferenciada de seus adversários.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante disso, seria possível ganhar uma eleição sem usar o marketing político? Na atualidade do mundo globalizado e na era da revolução tecnológica dos meios de comunicação, seria inviável concorrer sem o recurso desta valiosa ferramenta marketeira. Uma eleição sem marketing político é derrota na certa, sabendo que nem todo marketing político garantirá a vitória de um candidato.</p>
<p style="text-align: justify;">Caros leitores, as eleições acabaram, mas a campanha da cidadania continua e vai além de qualquer marketing político de um candidato nas campanhas, pois representa a efetivação das políticas públicas, a garantia dos direitos sociais, a qualidade dos serviços prestados, a transparência do bem público, a fiscalização, enfim, o controle social.</p>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;" type="disc">
<li>Não lute apenas por uma dentadura, mas por postos odontológicos funcionando para toda a comunidade;</li>
<li>Não lute por apenas por uma vaga na escola, mas por uma política de educação digna;</li>
<li>Não lute para ter a frente de sua casa melhorada, mas para que haja saneamento básico em toda rua;</li>
<li>Não lute somente por uma consulta no SUS, mas por uma saúde pública de qualidade;</li>
<li>Não lute por apenas uma cesta básica, mas por uma política de assistência social justa e oposta a qualquer forma de clientelismo ou assistencialismo;</li>
<li>Não lute apenas por suas individualidades, mas pela garantia de direitos a todos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os políticos não trabalham sozinhos, eles precisam da sociedade, pois serão as nossas reais necessidades e lutas por melhores condições de vida que direcionará os próximos 4 anos.</p>
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